O “eu” é partícula, o “nós” é onda.

Talvez, a forma como temos observado o indivíduo, apesar de eficaz, seja parcial. Ao analisarmos o “eu”, desejamos aplicar as regras de previsibilidade, entretanto, há outra forma de manifestação expressada sob uma perspectiva mais integrada, onde o “nós” age como onda, conectando os indivíduos através do aparelho emocional, viabilizando o fluxo de Eros.
Uma perspectiva não anula a outra, mas, talvez, possa complementar, pois, o estudo do “eu” nos ajuda na compreensão da individualidade e suas especificidades, enquanto a visão do “nós” demonstra uma interconexão essencial. Ambas têm sua mesma importância.
O eu é partícula, porque nesse caso o ego é o observador. O ‘nós’ é onda porque, nesse caso, o ‘Eu’ (Self) é o observador.