Crônicas, pensamentos e reflexões.

Na tentativa de compreender a anatomia da alma e, com base nos raciocínios anteriores, pude chegar a algumas conclusões:

As dores da alma, ou sociais, estão intrinsecamente relacionadas à qualidade das conexões que temos com as outras pessoas e o mundo ao redor. Sendo assim, quando mencionei anteriormente, sobre rupturas, infecção e cicatrização, me pareceu, por óbvio, imaginar que a função da alma é justamente a de se conectar e, a partir desta premissa e de acordo com a qualidade ou ruptura destas, os tais nociceptores emocionais agiriam enviando os sinais correspondentes fazendo com que sintamos, assim, as dores. Mas não em um lugar específico da alma, como eu imaginava, mas sim, de acordo com a saúde de cada conexão ou ruptura e conforme é interpretada, o que dá ao “eu” o poder de curar a própria alma.

Resumindo:

Talvez a alma seja um membro delicado e invisível responsável por nossas conexões. Se assim for, a saúde dela depende do nosso cuidado, da mesma forma que temos com nosso corpo. Talvez, no íntimo, tudo dependa da qualidade das nossas conexões.

Deixei todas as etapas da elaboração desta ideia em uma única página que pode ser encontrada ao lado do menu “Doações”, ou através deste link.

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