Crônicas, pensamentos e reflexões.

Arquivo para outubro, 2024

Mais algumas ideias malucas…

Nos experimentos de dupla fenda e dupla fenda atrasada, foram demonstrados alguns fatos extraordinários, como a alteração do comportamento dos fótons sob observação (humana ou não), onde se comportam como partícula, e, quando apagado o registro de tal observação (no experimento de dupla fenda atrasada), eles se comportam como onda. Ou seja: como se não tivessem sido observados, o que implica na ideia, aparentemente absurda, de alterar o passado.

Uma questão me levou a uma “quase discussão” acadêmica, pois, para mim, não fazia sentido considerar um observador não humano como fato determinante, sem levar em conta que a interpretação dos dados só seria possível através de uma consciência que pudesse compreendê-la. Deixar o interpretador de lado soou estranho, mas eu ainda não tinha clareza sobre o que me incomodava mais nisso tudo.

Bem, ainda que o observador, de fato, não precise ser humano para que ocorra a alteração dos resultados no experimento, ainda há um envolvimento consciente em todo o processo e, logo, uma ideia me saltou: a intencionalidade! E se a interferência nos resultados não depender, necessariamente, do ato de observar, mas da intenção de um observador consciente por trás do observador humano ou não? Seria possível o resultado do experimento ser determinado no momento em que houvesse intenção sobre a função do observador? Se sim, como verificar a intencionalidade? Não tenho ideia…

Vídeo para entender os experimentos de dupla fenda e dupla fenda atrasada.